quinta-feira, 31 de maio de 2012

Polícia investiga corpo encontrado na zona rural de Ouro Fino, MG




Funcionários de uma olaria encontraram corpo já em decomposição. 
Suspeita é de que seja um homem desaparecido desde o início do mês.

Do G1 Sul de Minas
A Polícia Civil de Ouro Fino (MG) investiga quem é o homem encontrado morto nesta quarta-feira (30) em estado de decomposição, dentro de um ribeirão no bairro Ponte Preta, na zona rural do município. Segundo a polícia, o corpo foi encontrado por funcionários de uma olaria.
A suspeita é de que se seja um homem de 49 anos que está desaparecido desde o início do mês. A perícia esteve no local e somente o exame de DNA poderá apontar a identidade da vítima.

Investigadores da 4ª Delegacia Regional de Polícia Civil (DRPC) elucidaram um crime de furto ocorrido há pouco mais de uma semana

Araguari


POLICIA CIVIL APURA FURTO EM 


RESIDÊNCIA E CAPTURA ENVOLVIDOS


Entre os produtos furtados está um televisor de 42 polegadas Foto: Gazeta do Triângulo

REDAÇÃO, Araguari - Investigadores da 4ª Delegacia Regional de Polícia Civil (DRPC) elucidaram um crime de furto ocorrido há pouco mais de uma semana, na residência do advogado Fernando Alves Rodrigues (25 anos), no bairro Ouro Verde, em Araguari.

Após diligências, os policiais chegaram até Anderson Fabiano Campos da Silva, o Andim (19 anos), e L.B.S.R. (17 anos). Na residência deles, na rua Sete, no bairro Ouro Verde, foram localizados os produtos do crime: um aparelho televisor de 42 polegadas, um aparelho de DVD, um notebook, uma caixa de som e frascos de cosméticos. Segundo os policiais, na casa de um mototaxista, foi encontrado um fogão a gás.

Anderson, a adolescente e o mototaxista foram encaminhados à delegacia, onde prestaram depoimento. Os dois primeiros confessaram a autoria do furto, de acordo com o delegado Afrânio Márcio Ferreira Soares. Por sua vez, o trabalhador alegou que apenas foi contratado para entregar o fogão na residência de um parente do jovem.
“Por estar fora do estado de flagrância, o Anderson e a menor foram ouvidos e liberados, enquanto que foi ratificada a prisão do terceiro envolvido, por se tratar de um crime de receptação. Nesse caso, arbitramos fiança, conforme prevê a lei, e o investigado fez o pagamento, também sendo liberado”, observou Afrânio Márcio.

O delegado, no entanto, informou que deverá indiciar os envolvidos por furto e receptação.

O CRIME

A vítima disse que se ausentou de sua casa entre 14 e 20h do dia 17 de maio. Ao retornar, encontrou a chave do padrão de energia desligada e os sensores do alarme danificados. O autor conseguiu passar pela cerca elétrica, encontrou a chave da cozinha e entrou na residência, furtando vários pertences, enquanto outra pessoa dava cobertura do lado de fora, uma vez que o alarme havia disparado.

HOMICÍDIOS OCORRIDOS EM RIBEIRÃO DAS NEVES PODEM TER SIDO MOTIVADOS POR GRUPOS RIVAIS


Briga de gangues teria motivado chacina em sítio durante festa em Ribeirão das NevesDois dos envolvidos na matança foram apresentados pela Polícia Civil que revelou detalhes sobre o crime


Publicação: 31/05/2012 

Uma briga de gangues aguçada pela disputa do tráfico de drogas pode ter sido a razão da chacina ocorrida no fim de semana em um sítio, no Bairro Bom Sossego, em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Chamado sítio “Big Brotther”, em referência ao reality show da TV Globo, o imóvel foi palco de uma festa na noite de sábado, 12, e madrugada de domingo, 13. Por volta de 2h, 12 pessoas chegaram de moto ao local e efetuaram pelo menos 14 disparos. Seis jovens foram baleados, sendo três menores de 18 anos. Duas pessoas morreram. Nesta quinta-feira, a Polícia Civil apresentou Vinícius Gustavo dos Santos Correa, de 18, e Sérgio Luis reis da Cruz, de 22. Eles estão presos no Ceresp São Cristovão, acusados de terem participado da chacina. Durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão para localizar o terceiro acusado, Josimar Marques Silva, que está foragido, uma pessoa foi detida acusada de tráfico de drogas. Com Alexandre Rodrigues de Jesus, de 30, foram apreendidas 1,2 mil pedras de crack, no valor de R$ 12 mil.

A explicação para a matança do fim de semana tem início em outubro do ano passado. De acordo com o delegado de Homicídios de Ribeirão das Neves, Márcio Rocha, a rixa começou entre Kelvin Nery de Sá, de 17 anos, morto na chacina, e Vinícius, um dos presos apresentado nesta quinta-feira. “Eles fazem parte de grupos de dança (funk) que se desentenderam em outubro passado. Houve uma briga e, depois da festa, Vinícius teria voltado ao local com uma arma para matar Kelvin. Não o fez, mas jurou o rapaz de morte”, afirmou o delegado.

Depois desse fato, Rocha explica que a briga ficou acirrada. “Tudo piorou porque os dois têm amigos em gangues distintas. O Kelvin tinha conhecidos na facção dos Oliveirinhas. Já o Vinícius é primo da mulher do Josimar, que lidera a gangue do Jô. Então, o que era uma rixa pessoal com o Kelvin transformou-se em uma briga do tráfico motivada pelo Vinícius”, afirmou Rocha. Segundo ele, os dois grupos disputam o tráfico na região Central de Neves. Outros oito pedidos de mandados de prisão foram feitos à Justiça, mas foram negados sob alegação de não haver elementos suficientes para acusação.

Entre as seis pessoas baleadas na chacina, quatro sobreviveram e não tinha envolvimento com a confusão, bem como Willian Borges de Oliveira, de 22 anos, que não resistiu a um ferimento no abdome e morreu. Kelvin, que foi atingido por dois tiros, um na cabeça e outro nas costas, não tinha passagens pela polícia. De acordo com o delegado Márcio Rocha, a polícia já está no encalço de prender o terceiro suspeito, Josimar. As armas do crimes também não foram localizadas.

Ouvidos nesta quinta-feira durante apresentação no Departamento de homicídios e Proteção à Pessoa, Vinícius e Sérgio negaram participação no crime. “Não tenho nada a ver com essas mortes, nem com o tráfico. No dia do crime eu estava trabalhando’, defendeu-se Vinícius. Preso por estar com a droga em casa, Alexandre disse que estaria apenas guardando os entorpecentes e não traficando. “Fiz isso por necessidade porque precisava de um dinheiro rápido”, garantiu, sem revelar a quem pertenciam as pedras de crack.

As policias Civil e Militar cumpriram 32 mandados de busca e apreensão na Zona da Mata mineira na manhã desta quinta-feira


Polícia cumpre 32 mandados de busca e apreensão na Zona da Mata mineira

Publicação: 31/05/2012 
Um papagaio, 13 pássaros da fauna silvestre e 21 gaiolas foram apreendidos  (Polícia Civil/Divulgação)
Um papagaio, 13 pássaros da fauna silvestre e 21 gaiolas foram apreendidos
As policias Civil e Militar cumpriram 32 mandados de busca e apreensão na Zona da Mata mineira na manhã desta quinta-feira. O alvo da Operação Integração foram as cidades de Leopoldina, Argirita e Recreio, onde oito pessoas foram detidas, sendo que dois foram liberados em seguida.  Foram apreendidas armas, drogas, dinheiro, 14 pássaros da fauna silvestre, material para piratear CDs e DVDs, celulares, entre outros objetos. 

De acordo com a assessoria de imprensa da Polícia Civil, seis pessoas foram presas em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e posse ilegal de arma. Entre as armas apreendidas, há duas reproduções de pistolas, duas espingardas e um revólver. Foram encontrados ainda 14 pedras de cocaína, seis porções de maconha e 18 pedras de crack. Além de R$1,8 mil, balança de precisão, dois cordões de ouro, 17 pacotes de cigarro, sete aparelhos celulares.

Polícia Civil pode prender a qualquer momento terceiro suspeito de matar universitaria


Já tivemos os mandados de prisão expedidos e estamos em diligência para efetuar as prisões. Já temos elementos suficientes para localizá-los, disse o delegado Wagner Pinto

Publicação: 31/05/2012 19:14 Atualização: 31/05/2012 19:52
Bárbara e o namorado (aRIVO pESSOAL)
Bárbara e o namorado
A Polícia Civil afirmou nesta quinta-feira estar perto de prender os três suspeitos de terem assassinado a universitária Bárbara Quaresma Andrade Neves, de 22 anos, morta na porta da casa do namorado, no Bairro Cidade Nova, Região Nordeste de Belo Horizonte, na noite da última quarta-feira. Além dos suspeitos Wagner Henrique Soares da Conceição, o Waguinho, e Tiago Henrique Fernandes dos Santos, conhecido como Terror, um terceiro suspeito também está na mira dos policiais. Ele teria
participado como motorista no dia do crime, segundo o Departamento de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa, delegado Wagner Pinto. “Já tivemos os mandados de prisão expedidos e estamos em diligência para efetuar as prisões. Já temos elementos suficientes para localizá-los”, disse.

O trabalho de investigação levou a polícia a uma residência na cidade de São José da Lapa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, onde Wagner e Tiago estavam morando na ocasião do crime. “Eles ficavam lá e atuavam no tráfico na Região Nordeste da capital. Fizemos buscas na residência, mas já haviam evadido”, afirmou o delegado. Segundo Pinto, o crime de latrocínio (roubo seguido de morte) é a maior suspeita de motivação para o crime. No dia do crime, Bárbara teria provocado um movimento em seu carro ao tirar o pé da embreagem no momento em que foi abordada pelos acusados

A Polícia Civil já tem indícios de que o assassinato do oficial de Justiça Daniel Norberto da Cunha, de 54 anos, não tem relação com a sua atividade profissional


Polícias Civil e Federal buscam pistas sobre morte de oficial de Justiça

Publicação: 30/05/2012 07:12 Atualização: 30/05/2012 08:57
A Polícia Civil já tem indícios de que o assassinato do oficial de Justiça Daniel Norberto da Cunha, de 54 anos, não tem relação com a sua atividade profissional. O corpo dele foi encontrado na segunda-feira, em avançado estado de decomposição, dentro do próprio carro em uma avenida de Contagem, na Grande BH. Ele estava desaparecido desde quinta-feira, quando deixou o prédio da Justiça Federal, no Bairro Santo Agostinho, em BH. O laudo de necropsia que vai identificar a causa da morte ficará pronto em até 30 dias. Entretanto, informação de uma fonte das investigações revela que a vítima foi estrangulada.
continue lendo:

Policiais civis de Leopoldina, na Zona da Mata, deflagraram na manhã desta quinta-feira (31/5), a Operação Integração, em conjunto com policiais militares da 6ª Companhia Seis pessoas foram presas em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas


Ação conjunta das polícias Civil e Militar resulta na prisão de seis pessoas em Leopoldina

Policiais civis de Leopoldina, na Zona da Mata, deflagraram na manhã desta quinta-feira (31/5), a Operação Integração, em conjunto com policiais militares da 6ª Companhia Seis pessoas foram presas em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas, posse ilegal de arma de fogo e pirataria e diversos materiais foram apreendidos.
De acordo com o delegado André Luís de Oliveira Cardoso, coordenador da operação, 32 mandados de busca e apreensão foram cumpridos nas cidades de Leopoldina, Argirita e Recreio.
Foram apreendidas quatro armas de fogo, dois simulacros (reprodução) de pistola, mais de 40 munições de diversos calibres, mais de 2000 CDs falsificadas, uma balança de precisão, 14 papelotes de cocaína, seis porções de maconha, 18 pedras de crack, R$1.800, 17 pacotes de cigarros, sete aparelhos celulares, um facão, 14 pássaros da fauna silvestres, dentre outros.

Polícia Civil comemora 204 anos com entrega do Troféu 'O Tira'


Polícia Civil comemora 204 anos com entrega do Troféu 'O Tira'
Dentro das comemorações do 204º aniversário de criação da Polícia Civil de Minas Gerais, foi realizada na tarde dessa quarta-feira (30/05), a solenidade de entrega Troféu “O Tira” - Dia da Polícia Civil. Dezenas de pessoas prestigiaram os 31 policiais civis agraciados na cerimônia realizada no Auditório Juscelino Kubitschek da Cidade Administrativa, sede do Governo de Minas.
Fotos: Renato Cobucci/ Imprensa MG


 O troféu entregue aos homenageados é confeccionado em metal, estilizando a figura do policial que ficou conhecido como “Tira”, contendo em sua base o símbolo da Polícia Civil; a inscrição “Dia da Polícia Civil”, e o nome do agraciado.Investigadores, escrivães, delegados, peritos criminais e médicos legistas receberam das mãos dos membros do Conselho Superior da Polícia o Troféu “O Tira”. O Coral Libertas, sob a regência do maestro Simeão Vieira Lopes, abrilhantou a solenidade.
O chefe de Gabinete da Polícia Civil de Minas, Jésus Trindade Barreto Junior, discursou em nome do Conselho Superior da Polícia, e ressaltou a importância de cada carreira para a instituição. “O grupo de policiais civis agraciados nesta data representa o bom trabalho que os todos os servidores vem desenvolvendo ao longo da história da Polícia Civil”.
“Nesta data gostaria de ressaltar a importância do trabalho investigativo desenvolvido pelos policiais civis e a evolução da instituição que conta com o auxílio da tecnologia”, enfatizou o chefe da Polícia Civil, Cylton Brandão da Matta.

O delegado de polícia há 21 anos, José Walter da Mota Matos, da Delegacia Regional de Itajubá, discursou em nome dos 31 policiais agraciados. Ele agradeceu a homenagem em nome de todos os policiais civis. “Mais do que um justo reconhecimento, representamos aqui uma pequena amostra dos inúmeros valores da Policia Civil mineira, homens e mulheres que diariamente dignificam e emprestam sua dedicação, coragem, competência, seriedade e profissionalismo para elevar o nome da instituição a que pertencem”.
“É também o momento e a oportunidade de renovarmos perante nossos superiores hierárquicos nosso comprometimento com a causa, nossa lealdade, disposição e empenho na busca da excelência dos serviços prestados pela Policia Civil à população”.
No final da cerimônia, foi exibido um vídeo contando um pouco da história da Polícia Civil de Minas e com as fotos de todos os agraciados pelo Troféu “O Tira” – Dia da Polícia Civil.

Troféu “O Tira” - Dia da Polícia Civil

O Troféu “O Tira” teve sua institucionalização em 02 de julho de 2002, por meio da publicação no Diário Oficial de Minas Gerais da Resolução nº 6593, da então Secretária de Segurança Pública. A homenagem é indicada para os policiais civis que se destacaram no exercício de suas funções. O troféu é entregue todos os anos como parte das comemorações do Dia da Polícia Civil. Os agraciados são indicados por suas chefias e escolhidos pelos membros do Conselho Superior da Polícia Civil.


O chefe da Polícia, Cylton Brandão, com os agraciados delegado Renato Patricio (Corregedoria) e delegado Rogério Evangelista (SIIP)

Polícia Civil investiga suposto desvio de verba em asilo de Itajubá, MG


Verba para equipamentos pode ter sido usada para compra pessoal.

Contribuidores cancelaram doações; entidade passa por necessidades.




O suposto desvio de uma verba de R$ 25 mil do Asilo Lar da Providência, em Itajubá (MG), está sendo investigado pela Polícia Civil. O Ministério Público solicitou a instauração de um inquérito para investigar o caso. Até o momento, 10 pessoas foram ouvidas.
A suspeita é de que o ex-presidente da entidade, Antônio Vantuil Serafim, que renunciou ao cargo na última terça-feira (22), teria desviado a verba enviada através da emenda de um deputado. O dinheiro era destinado à compra de equipamentos permanentes como geladeiras, fogões e outras peças. No entanto, o dinheiro teria sido usado para adquirir equipamentos eletrônicos de uso particular, como notebooks, celulares, tablets e violão. Um terreno também teria sido vendido sem o conhecimento do Conselho de Fiscalização do Lar.
As suspeitas fizeram com que 34 contribuidores deixassem de fazer doações ao asilo. As denúncias foram feitas por funcionários da entidade. Notas fiscais de lojas de eletrodomésticos comprovaram as aquisições. Embora os produtos tenham sido comprados em nome da instituição, os aparelhos não estão no Lar da Providência.
O ex-presidente do asilo se defende das acusações. "Tudo que é comprado para a instituição, fazemos uma cotação, consultamos no mínimo três fornecedores para fazer a compra. Eu não autorizei nada disso, não estou sabendo de nada", diz Serafim.
saiba mais
O Lar atende 65 idosos e está com o orçamento limitado. Segundo a atual presidente, Cleia Dotta Pereira, o asilo está sem fraldas e a conta no banco precisou ser fechada. "Vamos tomar todas as providências para garantir as necessidades dos idosos do asilo", afirma.
Investigação
A Polícia Civil tem 32 dias para concluir o inquérito. Para o delegado regional da cidade, José Walter da Mota Matos, com os documentos obtidos e os depoimentos colhidos, há indícios de que as irregularidades aconteceram. "Há indício sim de que houve irregularidade e desvio de verbas, mas prosseguimos com as investigações".
Mais testemunhas devem ser ouvidas pela polícia esta semana. Caso as fraudes fiquem comprovadas, os responsáveis serão indiciados.

Polícia investiga suposto abuso sexual de menina de 10 anos


Garota relatou à polícia que sofre abusos do padrastro há dois anos. 

Suspeito foi preso e levado para a Delegacia de Lavras (MG).

Do G1 Sul de Minas
A Polícia Civil de Lavras (MG) investiga a suspeita de um abuso sexual a uma menina de 10 anos pelo padrastro em Santana do Jacaré (MG). A denúncia chegou até a Polícia Militar na tarde desta terça-feira (29) por meio do Conselho Tutelar da cidade, que recebeu a informação após denúncia anônima.
Segundo o Comissariado de Menores, a PM foi acionada e foi até a Escola Municipal João Alves Duca, onde ouviu a criança. Segundo o relato da menina, os abusos já aconteciam há dois anos, normalmente durante a noite, quando a mãe dela já estava dormindo. A mãe disse à polícia que nunca desconfiou de nada e que a garota nunca havia comentado sobre o assunto.A menina passou por exames de corpo de delito e em um deles foram constatadas lesões.
O padrastro da menina foi preso na zona rural da cidade, onde vive e levado para a delegacia de Lavras. Segundo o Comissariado de Menores, a criança está com uma tia, em Santana do Jacaré e receberá acompanhamento psicológico.

Acabar com PM não resolve violação de direitos humanos, dizem especialistas


Dinamarca propôs ao Brasil durante sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU a extinção da estrutura nos estados como forma de reduzir a violência policial
Publicado em 30/05/2012, 
Acabar com PM não resolve violação de direitos humanos, dizem especialistasBrasil recebeu várias recomendações para controlar mais os abusos cometidos por policiais (Foto:Apu Gomes/Folhapress)
São Paulo – A polêmica a respeito da estrutura policial brasileira e sua relação com violência gratuita e repressiva nada têm a ver com a responsabilidade de uma só instituição policial, ou mesmo, com a herança da ditadura militar, dizem especialistas. Encerrada hoje (30) em Genebra, a série de debates do Conselho de Direitos Humanos da ONU sobre a situação de cada país sugeriu ao Brasil que acabe com a Polícia Militar.
"Quando se pensa em sistema policial não se pode pensar em uma polícia isolada, ou só a Polícia Militar ou só a Polícia Civil. O mandato de polícia no Brasil é como uma procuração em aberto, é como um cheque em branco. O problema não está no modelo organizacional, está no sistema", afirmou Jacqueline Muniz, antropóloga e professora da Universidade Cândido Mendes e da Universidade Católica de Brasília.
A recomendação partiu da Dinamarca durante a reunião sobre o Exame Periódico Universal (EPU) do Brasil. Durante os debates, todos os países-membros são convidados a apresentar sugestões para melhorar o quadro de direitos humanos nas demais nações. Foram várias as recomendações para que o Estado brasileiro avance no controle dos abusos cometidos pelos policiais.
"Acho que essa recomendação é inadequada. Reflete uma compreensão equivocada da realidade da segurança pública no Brasil. A cultura militar não é a principal causa para a violência policial no Brasil. Não explica a violência extrajudicial, um fenômeno que atinge ambas polícias, Civil e Militar, e reflete muito mais uma cultura autoritária de fazer polícia que é muito recorrente", defendeu Luiz Flávio Sapori, ex-secretário de Segurança de Minas Gerais e coordenador do Centro de Pesquisas em Segurança Pública da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC/MG).
Para Jacqueline Muniz, a estrutura do sistema de segurança no Brasil, datada de 1968, passou por poucas mudanças. Ela defende um modelo de repactuação federativa dos mandatos policiais, como ocorreu com a educação e a saúde, que houve uma redistribuição de poder, ou seja, é necessário, segundo ela, que sentem-se à mesa a União, os estados e os municípios para discutir o desenho federativo policial do Brasil contemporâneo.
"Essa estrutura político-administrativa permanece quase que inalterada. É preciso discutir as competências da União, dos estados e municípios. Só assim poderá discutir a pertinência dos desenhos dos modelos organizacionais das policias. E dividir quais as competências exclusivas, sobrepostas e partilhadas entre as esferas", afirmou.
Luiz Flávio Sapori defende que a melhor maneira de acabar com a violência policial é a criação de um mecanismo de controle externo da força policial. "É fortalecer as ouvidorias, hoje muito fracas, dando poder de investigação a elas, um poder de denúncia junto ao Minitério Público Estadual para colaborar com os trabalhos da corregedoria", disse

Plano de Enfrentamento à Violência


Plano de Enfrentamento à Violência



“São diversas ações que compõem este novo Plano, marcadas por uma ação de inteligência e de inovação, juntando a cooperação e, especialmente, a integração das ações das instituições da segurança pública em Minas Gerais” - Antonio Anastasia
Plano de Enfrentamento à Violência reúne conjunto de ações para reduzir índices de criminalidade no estado

Hoje nós vamos falar, governador, sobre a área de segurança pública. O Governo de Minas lançou recentemente o Plano Integrado de Enfrentamento à Violência, um conjunto de ações que tem o objetivo de reduzir os índices de criminalidade violenta em todo o nosso Estado. Governador, quais são as novidades desse Plano?

Antonio Anastasia: Em primeiro lugar nós devemos lembrar sempre que a segurança pública é uma prioridade de nosso governo. Ao longo dos últimos anos conseguimos diminuir bastante os indicadores de violência no Estado, mas sabemos que ainda temos muito a enfrentar e a melhorar o funcionamento de nosso sistema de Defesa Social e de segurança pública. Neste Plano estamos alocando cerca de R$ 225 milhões, recursos que vêm, não só do Tesouro, mas também dos empréstimos que estamos obtendo junto ao Banco Interamericano e ao BNDES, para novas ações, como, por exemplo, a Central de Flagrantes aqui na Região Metropolitana, incentivos maiores para o Fica Vivo!, através da prevenção. Estamos também alocando recursos fundamentais para termos uma descentralização da ação policial e, ao mesmo tempo, de inteligência das polícias. Portanto, estamos coordenando ações com o objetivo primário de reduzir os crimes violentos, especialmente os homicídios. Para isso, temos uma estratégia, também vinculada ao combate às drogas, ao tráfico de drogas. A Secretaria de Defesa Social, em articulação com as Polícias Civil e Militar, com a Guarda Penitenciária, terá uma missão muito importante neste ano de 2012, que é, de fato, reduzir os indicadores de violência. Portanto, são diversas ações que compõem este novo Plano, marcadas de modo muito claro por uma ação de inteligência e de inovação, juntando a cooperação e, especialmente, a integração das ações das instituições da segurança pública em Minas Gerais.

Essa cooperação, governador, inclui, também, as ações do Ministério Público, que é outra novidade deste Plano. Gostaria que o senhor explicasse qual é a importância desta parceria entre o Governo do Estado com o Ministério Público.

Antonio Anastasia: A participação do Ministério Público é muito bem-vinda. O Ministério Público é uma instituição constitucional fundamental na questão do combate à violência. Na verdade, o Ministério Público é, como falamos, o titular da ação penal. É ele que apresenta a punição para o juiz julgar e decidir. Então, no momento em que nós estamos integrando a participação do Ministério Público, é claro que nós estamos aprimorando o funcionamento de toda a máquina da Defesa Social no Estado. Então, fico muito feliz de termos feito um convênio com a Procuradoria-Geral de Justiça, que é o órgão do Ministério Público no Estado, exatamente com este objetivo de integrar, por convite, os membros do Ministério Público nas reuniões de cooperação, de integração e de parceira no nosso Sistema de Defesa Social.

Governador, no ano que vem o Brasil vai sediar a Copa das Confederações e Minas terá um papel de destaque na realização deste torneio, que é um dos mais importantes do futebol mundial. O senhor acredita que este Plano trará sensação de segurança para turistas e para os cidadãos mineiros?

Antonio Anastasia: Eu tenho certeza que sim. Nós teremos grandes legados da Copa do Mundo e um deles certamente será o tema da segurança. Nós já estamos com os recursos assegurados para a construção do Centro de Comando e Controle, onde vamos colocar aqui em Belo Horizonte representações da Polícia Civil, da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros, do Samu, da Defesa Civil, da Guarda Municipal, ou seja, de todos os órgãos que atuam no âmbito da segurança pública, exatamente com o objetivo de termos um acompanhamento muito pormenorizado de todas as ações que ocorrem quando dos jogos. E é claro que esta estrutura permanecerá para depois da Copa. Estamos também agora iniciando a construção de um novo Centro Integrado da Perícia Médica da Polícia Civil, que tem este mesmo objetivo. Portanto, serão excelentes legados que a realização da Copa do Mundo, em Belo Horizonte, vai deixar para toda Minas Gerais.

Fonte: Superintendência de Imprensa do Governo de Minas Gerais

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Segurança Pública :: Secretário de Defesa Social visita Araxá e se reúne com comando da PM e da Polícia Civil


Secretário visitou a Delegacia Regional e o 37º Batalhão de Polícia Militar na companhia do promotor Marcio de Oliveira Pereira
Publicada em 30/5/2012
O Secretário faz uma avaliação positiva do que viu em Araxá e elogiou o trabalho desenvolvido pela PM e PC na cidade
O secretário de Estado de Defesa Social, Rômulo Carvalho Ferraz, esteve em Araxá onde participou do X Congresso do Ministério Público de Minas Gerais. Na ocasião visitou a Delegacia Regional de Polícia Civil e o 37º Batalhão de Polícia Militar na companhia do promotor Marcio de Oliveira Pereira.

Segundo o Secretário Estadual, está há pouco mais de dois meses a frente da Secretaria de Defesa Social e em todas as oportunidades que tem de se deslocar ao interior do Estado aproveita para conhecer de perto as instituições de segurança. “É importante fazermos uma interlocução mais direta e conhecermos a realidade de trabalho, assim como as condições materiais das polícias Civil e Militar”, afirma Rômulo Ferraz.

O Secretário faz uma avaliação positiva do que viu em Araxá. “É com felicidade que vimos aqui, apesar de todas as dificuldades de ordem de pessoal e de material, que a Delegacia Regional da Polícia Civil de Araxá e também o 37º Batalhão de Polícia Militar possuem estruturas bem razoáveis com uma excelente organização o que resulta em bons resultados. O delegado Dr. Hely Andrade, assim como o Comandante Ney Sávio, realizando um trabalho compatível com as metas traçadas para alcançarmos em Minas Gerais”, analisa ele.

Na opinião do delegado Hely Andrade a visita do secretário é importante para que conheça as necessidades da Delegacia Regional. “Tivemos a chance de apresentar o trabalho que estamos desenvolvendo e também as nossas principais carências. Levamos ao conhecimento do Dr. Rômulo Ferraz a grande demanda que temos principalmente de pessoal e de novas viaturas”, destacou.

Polícia pedirá prisão de acusado de atear fogo em mulher


Polícia pedirá prisão de acusado de atear fogo em mulher

Por Marcelo Portela
Belo Horizonte - A Polícia Civil de Minas Gerais vai pedir a prisão preventiva do apontador de jogo do bicho Giovane de Souza Lanna, principal suspeito de ter ateado fogo à própria companheira, que morreu no fim da noite de terça-feira. Selma Lúcia Sales, de 53 anos, teve 95% do corpo queimado com auxílio de gasolina e não resistiu aos ferimentos.
Ela estava internada no Hospital de Pronto-Socorro João XXIII (HPS), em Belo Horizonte, desde a noite anterior, quando teve o corpo incendiado após uma discussão com o companheiro em um ponto de ônibus no centro da capital. Lanna fugiu após o crime e ainda não foi encontrado. Segundo a polícia, há imagens de câmeras de segurança mostrando ele comprando o combustível que usou para atear fogo na vítima.
Selma foi a segunda mulher que morreu após ter o corpo queimado no centro da cidade em menos de uma semana. No sábado (26), Ermelinda Vicente, de 33, que também estava internada no HPS, morreu com queimaduras em 80% do corpo. Ermelinda era moradora de rua e foi vítima de um grupo ligado ao tráfico de drogas em uma favela da capital. A polícia acredita que o crime tenha ligação com dívida de drogas. Seis pessoas, incluindo um adolescente de 17 anos, foram capturadas ainda na sexta-feira (25), logo após o crime, registrado por câmeras de segurança do centro da capital mineira.

BELÍSSIMA REFLEXÃO SOBRE A LEGALIZAÇÃO DA MACONHA CUJO AUTOR Leonardo J P Souza reflete a opinião de milhares de Brasileiros.


Os perigos da Legalização das Drogas


Calcula-se que o Brasil gasta Milhões no combate ao tráfico de drogas, contudo este mesmo país gastará Bilhões em clínicas de recuperação e reabilitação de dependentes químicos quando o uso de drogas estiver amplamente enraizado nos lares brasileiros.
Alguns políticos e artistas têm se manifestado a respeito da descriminalização do uso de algumas substâncias entorpecentes com a desculpa de que muito dinheiro público é investido no combate as drogas, mas pouco ou nenhum  resultado estaria sendo visto. De acordo com os comentários desses “especialistas” o Estado teria perdido a guerra contra o Tráfico e por não conseguir combater o comercio de drogas ilícitas seria mais fácil legalizar a sua venda e evitar a vergonha da derrota.
Justificam-se dizendo que as drogas seriam vendidas em locais específicos, com rigorosa fiscalização, mas esses especialistas esquecem que vivemos em um país onde crianças conseguem comprar bebidas alcoólicas e cigarros em supermercados e padarias. Esqueceram também, que em países considerados “desenvolvidos” não se pode se quer andar embriagado em público, além do que a população desses países é educada para efetivamente obedecer a Lei e a Ordem ao contrário do que ocorre atualmente no Brasil.
Esses mesmos políticos, que defendem a legalização das drogas, tentam manipular a população com a falsa ideia de que o país ficaria livre do comércio ilegal de entorpecentes (Tráfico de Drogas). Mero engano, uma vez que, para vender essas drogas em algum tipo de estabelecimento, o Governo cobrará impostos que elevará o preço final dessas substâncias aos usuários. O usuário de classe social desfavorável evidentemente irá preferir comprar uma quantidade maior de drogas em pontos de vendas ilegais (bocas de fumo).
O aumento imediato no número de dependentes químicos
É evidente que com a descriminalização, haverá uma explosão no consumo de drogas e seremos testemunhas do início de uma geração que entrará cada vez mais cedo no vício, seguindo o exemplo de pessoas  próximas, como parentes e amigos, que não sofreram nenhum tipo de punição ou recriminação pelo uso de entorpecentes.



Cabe ressaltar, que muitos defendem a legalização apenas do uso da maconha, mantendo como delito o uso de outras substâncias que são consideradas mais nocivas, tais como a Cocaína, Crack e Oxi. Entretanto, mais uma vez os “especialistas” no assunto esqueceram de mencionar que a grande maioria dos usuários do Crack começaram seu vício em drogas consideradas “menos nocivas”, experimentando primeiramente drogas como a Maconha e quando o efeito desta não mais condiz com suas expectativas, partem para  substâncias que causam danos maiores em menor prazo de tempo.
                       Aumento da Criminalidade
                Como sabemos todo o dependente químico, durante uma crise de abstinência, pode tornar-se violento, o que pode levá-lo inclusive a praticar crimes. Atualmente a grande maioria dos crimes violentos esta relacionado ao Tráfico de Drogas e ao uso de drogas.
Nos crimes relacionados ao tráfico temos as constantes rivalidades entre gangues pela disputa por pontos de venda drogas (bocas de fumo), essas disputas estão diretamente relacionadas a uma parcela expressiva dos homicídios acontecidos na maioria das grandes cidades brasileiras. Já crimes como pequenos furtos e roubos são cometidos, muita das vezes, por dependentes químicos, que se utilizam do produto do crime como moeda de troca por substâncias entorpecentes.



Com a legalização das drogas, teremos um aumento imediato no número de usuários, sendo que a população pobre será obviamente a mais afetada. Aqueles que não detêm condições financeiras para sustentar seu vício irão cometer delitos como furtos e roubos para conseguir dinheiro ou objetos de valor (celulares, pulseiras, correntes, etc) que poderão ser trocados por drogas.
Além disso, qualquer tipo de estabelecimento comercial que fosse criado pelo Governo para ser um local para venda e consumo legalizado de entorpecentes, seria um alvo fácil para que criminosos, através de roubos, consigam estoques de drogas para serem revendidos nas bocas de fumo.
Diante do exposto, em poucos anos, poderemos vivenciar uma nova geração de  brasileiros se tornando um bando de alienados viciados em drogas. Veremos circulando pelas ruas jovens, adultos e velhos dependentes químicos, sempre procurando uma forma de satisfazer seu vício incontrolável. Fazendo uma comparação seria uma cena parecida com a que vemos nos filmes de “zumbis”, onde esses “mortos vivos” ficam perambulando pelas ruas a procura da única coisa que satisfaz as suas necessidades (neste caso as drogas).
 

                   
                  Os Usuários de drogas e/ou Dependentes Químicos e sua parcela de responsabilidade
    
O usuário de drogas ilícitas no Brasil é definido como “Dependente Químico” e é considerado como um “Doente”, contudo o usuário não pode ser tratado apenas como vítima desta história, pois é evidente que sem o usuário não haveria o tráfico e é através do dinheiro do usuário que é financiado a violência que gira em torno do comercio de drogas ilícitas.
A internação compulsória em clinica de reabilitação deveria ser dirigida ao usuário que reincidentemente fosse flagrado transportando ou utilizando entorpecentes em via pública. O uso de drogas em público acaba incentivando novas pessoas a também experimentarem  os variados tipos de substâncias entorpecentes.
Além disso, o dependente químico torna-se vítima de suas próprias ações. Em uma crise de abstinência, muitas das vezes toma posse de objetos de sua própria casa ou da casa de outrem para usar como moeda de troca por drogas. Os usuários crônicos podem se tornar extremamente violentos e acabam se tornando um risco para os familiares, para a sociedade e para eles mesmos.
Diante disso, o dependente químico deve ser tratado como doente, mas como todo o doente ele deverá procurar a cura para esta doença em um local apropriado.  No meu ponto de vista a busca por esta cura deverá ser obrigatória na medida em que as ações do usuário tornam-se um problema de saúde pública e principalmente de segurança pública.

  Os Traficantes de Entorpecentes e as Organizações Criminosas

O Brasil precisa imediatamente rever a legislação referente ao cumprimento de pena. O que presenciamos hoje é a inversão de valores que assola o Brasil, onde através de uma desculpa esfarrapada de que somos um país Democrático, esquecemos  que em uma democracia não existe apenas Direitos, mas também existe Deveres que equilibram a vida em sociedade.
Precisamos cobrar providências do poder público no sentido de criar mecanismos que efetivamente punam crimes que degeneram e corrompem a sociedade brasileira, tais como a Pedofilia,  Estupro, a Corrupção e o Tráfico de Drogas.
O que favorece a continuidade da Guerra contra o Tráfico são os benefícios que as Leis brasileira proporcionam aos Traficantes, tais como a liberdade provisória e a progressão de regime. Enquanto esses criminosos estão nas ruas  o dano para a sociedade é incalculável.
O pequeno traficante deve ser tratado de maneira proporcional aos grandes atravessadores internacionais de entorpecentes, pois quem realiza a venda direta aos usuários são os pequenos traficantes que se espalham rapidamente por todas as cidades brasileiras. Punindo efetivamente os pequenos traficantes evitamos “Guerras” entre gangues pela disputa de pontos de vendas de drogas e diminuímos os lucros que a venda de entorpecentes proporciona a eles. Esses lucros geralmente são revertidos na compra de armas de fogo e de maiores quantidades de entorpecentes fortalecendo a cada dia o poder de atuação de traficantes pequenos que acabam tornam-se um perigo a segurança pública.

O Exemplo da Legalização das Drogas em outros países  

Em matéria publicada pela revista veja de março de 2008, com o tema Mudanças na vitrine, retrata a Holanda, como um dos países mais liberais do mundo e a crise com seus próprios conceitos. O país que legalizou a eutanásia, as drogas, o aborto, a união entre gays e a prostituição, reconhece que essa política não proporcionou os avanços ansiados pelo estado, pelo contrario, aumentou os problemas sociais e a criminalidade.
Um exemplo, citado pelo jornalista Thomaz Favaro, é do famoso bairro De Wallen em Amsterdã na Holanda e a situação atual em que se encontra com a que prostituição e as drogas legalizadas.
[...] A região do De Wallen afundou num tal processo de degradação e criminalidade que o governo municipal tomou a decisão de colocar um basta. Desde o início deste ano, as licenças de alguns dos bordéis mais famosos da cidade foram revogadas. Os coffee shops já não podem vender bebidas alcoólicas nem cogumelos alucinógenos, e uma lei que tramita no Parlamento pretende proibi-los de funcionar a menos de 200 metros das escolas. Ao custo de 25 milhões de euros, o governo municipal comprou os imóveis que abrigavam dezoito prostíbulos. Os prédios foram reformados e as vitrines agora acolhem galerias de arte, ateliês de design e lojas de artigos de luxo.[...]
Quanto à descriminalização da maconha, a revista analisa que a sua descriminalização tinha como objetivo diminuir o consumo de outras drogas, acreditavam que com a política de tolerância não seria necessário recorrer a traficantes evitando o oferecimento de outras drogas, porém com seus coffee shops, atraiu ainda mais pessoas e turistas dispostos a consumir todo tipo de drogas, proliferando assim o tráfico de outras substâncias, sendo que o preço destas drogas tornaram-se os mais baixos da Europa.
Ainda segundo a revista veja, a Suíça também precisou dar marcha a ré na tolerância com as drogas. O bairro de Langstrasse, em Zurique, que havia se tornado, sob o aval do governo, território livre para o consumo de drogas, acabou sob o controle do crime organizado. Em 1992, a prefeitura coibiu o uso público de entorpecentes. A Dinamarca seguiu o exemplo. Em 2003, as autoridades fecharam o cerco ao Christiania, um bairro de Copenhague ocupado por uma comunidade alternativa desde 1971, onde a venda de maconha era feita em feiras ao ar livre. A Grã-Bretanha, depois de muito vai-e-vem, também decidiu voltar a apertar o cerco: no início de 2008, o governo deu início ao processo de endurecimento novamente, devido a um estudo do Advisory Council on the Misuse of Drugs que está prestes a demonstrar, por exemplo, que a maconha prejudica a saúde mental dos consumidores mais do que se imaginava. A droga, então, voltará a pertencer ao grupo dos entorpecentes sujeitos a repressão severa (neste caso, com multa e cinco anos de prisão para o usuário).

E o que pode ser feito no Brasil???
O país deveria imediatamente intensificar as ações de prevenção ao uso de qualquer tipo de entorpecentes e não apenas do Crack, como vemos na campanha lançado pelo Governo intitulado “Todos contra o Crack”. Ao direcionar a atenção apenas na prevenção do uso do CRACK, tenho a impressão que o “Estado” esta dizendo: você pode usar qualquer outra Droga de menos o Crack. Vale ressaltar que a grande maioria dos viciados em Crack primeiramente experimentaram outro tipo de substância entorpecente antes de ter sua primeira experiência com os efeitos nocivos Crack.
Também deveria tornar-se obrigatório a ampla divulgação nas redes de telecomunicações, durante os horários de maior audiência, de propagandas preventivas mostrando as consequências do uso de entorpecentes. Nas escolas deveriam ter disciplinas especificas em todas as séries do ensino fundamental e médio também divulgado os efeitos do uso de drogas.
Para a parcela da população que já sente a consequência direta do uso de drogas, deveria ser ampliado o número de clinicas de reabilitação, conduzindo compulsoriamente os dependentes químicos até estes estabelecimentos quando as ações destes começarem a sair do controle da esfera da família e se tornar um problema de saúde pública e de segurança pública.
O Brasil deve tomar posição de líder na América Latina realizando intervenções diplomáticas em países produtores de plantas que servem como base para a produção de entorpecentes. Deve criar alianças internacionais de combate ao Tráfico de Drogas, criando um grupo latino-americano de combate ao narcotráfico. Além disso, deve cobrar providências de líderes latino-americanos que têm se mostrado omissos no combate aos produtores de drogas ilícitas dentro de suas nações.
Nossos legisladores deveriam intervir nas causas do aumento da criminalidade e da degradação social de maneira efetiva, criando a previsão legal da pena perpetua ou pelo menos do cumprimento integral das penas, sem progressão de regime, para os crimes acima descritos. Não sendo possível atender essas demandas, pois estamos no país do “Samba e da Corrupção”, que pelo menos fosse providenciado meios de monitoramento eletrônico  desses criminosos.
Conclusão
A Legalização do comércio de drogas apenas favorecerá aos membros da classe média e aos ricos, os integrantes dessas classes não precisariam mais se arriscar se deslocando até uma boca de fumo em uma favela para ter acesso ao objeto de seu vício. A classe mais favorecida é composta por pessoas que, ao perceberem que foram tomadas pelo vício, terão condições financeiras para arcar com as despesas de clínicas de reabilitação particulares. Em contrapartida, a classe desfavorecida da sociedade, em uma tentativa frustrada de esquecer os problemas da vida, entrará mais fundo no uso de drogas, cada vez mais nocivas. E quando não tiverem dinheiro para sustentar o vício irão praticar crimes para conseguir a breve dose de alívio de que tanto procuram.
Devemos lembrar que aquilo que efetivamente deve prevalecer é, e sempre será, o interesse da sociedade ordeira, do trabalhador que cumpre com suas obrigações e vive de maneira honesta. E este tipo de cidadão não quer ver seus parentes e filhos reféns do vício em substâncias entorpecentes.
Se você não quer ver seus famíliares e amigos destruídos pelas Drogas, lute contra os corruptos que tentam aprovar este projeto. Contribua com sua parte e não seja omisso frente esta nova tentativa de aniquilar a dignidade que ainda resta da Sociedade brasileira.



A legalização ou descriminalização das drogas somente irá refletir no aumento da  alienação mental de nossa sociedade, na violência patrocinada pela disputa por pontos de vendas de drogas (bocas de fumo) e nos gastos públicos com tratamento de dependentes químicos.
Leonardo J P Souza.

Parabenizo aos colegas do site http://verdadesinconvenientes.com/2012/05/29/os-perigos-da-legalizacao-das-drogas/, ao autor do texto Leonardo j p Souza , pelo belíssimo texto que traduz a minha opiniao  pessoal e com certeza a de milhões de Brasileiros.   A quem interessa a legalização da maldita droga? Vamos refletir com calma  e seja qual for a sua opinião , vote pela saúde e pela vida. NOVIDADES DA POLICIA CIVIL .



Policiais civis da Delegacia de Pedra Azul prenderam na quinta-feira (24/5) dois suspeitos de cometeram vários assaltos na cidade


Quadrilha de assaltantes é desmantelada em Pedra Azul
Policiais civis da Delegacia de Pedra Azul prenderam na quinta-feira  (24/5) dois suspeitos de cometeram vários assaltos na cidade. Leonardo Rodrigues Rocha, o Leozinho, e Humberto Souza Oliveira, o Cuia, foram presos em flagrante. A dupla é investigada em vários roubos e furtos a residências, estabelecimentos comerciais e repartições públicas.
De acordo com o delegado regional de Pedra Azul, Juarez Ferreira da Luz, os criminosos foram presos após roubarem uma padaria no bairro Planalto. “Eles anunciaram o assalto no momento em que o dono fechava o estabelecimento. Logo depois foram interceptados pela polícia”, disse.

Segundo o delegado a dupla é suspeita de ter cometido mais de 20 furtos e pelo menos dois roubos em Pedra Azul. Com eles foram encontrados uma peruca e as roupas utilizadas nos assaltos. A dupla foi encaminhada ao presídio de Pedra Azul, onde ficará à disposição da Justiça.

Receptação
 No sábado (25/5) outros dois homens foram presos e um adolescente apreendido por receptação de produtos roubados, em Pedra Azul. André Pereira, o Dêgo-Dêgo, Arnaldo Manoel do Nascimento, o Naldo e um adolescente são suspeitos de venderem os produtos roubados por Leozinho e Cuia.
Com eles foram apreendidos pertences das vítimas dos assaltos, e ainda vários eletrodomésticos, aparelhos celulares e produtos alimentícios. O adolescente foi encaminhado ao Juizado Especial da Infância e da Juventude e os dois homens estão detidos no presídio da cidade.