Defesa vai pedir liberdade condicional para homem que foi confundido com estuprador
"Sósia" pode ser inocentado
A esperança de ter a sua liberdade de volta e recuperar a autoestima
reacendeu o sorriso do ex-porteiro Paulo Antônio Silva, 66, que ficou
preso por cinco anos e sete meses após ser confundido com um estuprador.
Os advogados de defesa de Silva vão entrar com uma ação de revisão
criminal pedindo à Justiça que ele deixe de cumprir prisão domiciliar e
ganhe liberdade condicional.
"Nada vai trazer a vida que eu tinha de volta, mas estou confiante que a Justiça vai diminuir a minha dor", disse o ex-porteiro. No último dia 16 de abril, uma vítima que havia reconhecido o ex-porteiro como estuprador em 1997 inocentou Silva e reconheceu o ex-bancário Pedro Meyer, 56, como o verdadeiro autor do estupro daquele ano. Meyer foi preso após ser reconhecido por uma de suas vítimas.
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