terça-feira, 18 de junho de 2013

Notícias da greve e da campanha de valorização 2013:


Acompanhando o balanço em todas as nossas unidades capital, região metropolitana e interior, em tempo real a Direção do SINDPOL/MG  avalia como positiva e ascendente a adesão de Policiais de todos os cargos e também de Servidores Administrativos ao movimento de valorização 2013 e greve. Com atendimento em escala mínima em todas as unidades Policiais. Em algumas regionais como, por exemplo, 152 servidores, constatamos que 129 assinaram a lista de adesão ao movimento cumprindo fielmente o disposto na cartilha o SINDPOL/MG.
Seguindo o cronograma de ações a equipe de mobilização do comando de greve, já coletou mais de 150 mil assinaturas em apoio ao movimento de valorização e modernização na Praça 7 de BH, mais de 100 mil folders explicativos já foram distribuídos e a campanha móvel e ilustrativa em busdoors e outdoors e demais veículos já estão em pleno vapor pelos corredores mais visíveis de BH e região metropolitana. Em nosso portal e no Programa Segurança e Cidadania dos sábados, centenas de milhares de acesso e telespectadores estão interagindo com a mensagem de valorização e modernização apresentada pelo SINDPOL/MG e uma campanha jamais vista.

Unicamp destaca Polícia Civil no cumprimento da Lei Maria da Penha


Delegacias especializadas receberam 25 viaturas e mais estrutura para atendimento à mulher em 31 municípios
Pesquisa recente da Universidade Federal de Campinas (Unicamp) destacou Minas Gerais como o estado brasileiro em que a população mais reconhece o trabalho das delegacias Especializadas no Atendimento à Mulher. A informação é da coordenadora Especial de Políticas para Mulheres da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social, Eliana Piola, acrescentando que o levantamento foi feito em dez estados da federação. Segundo ela, Minas Gerais, com as 65 unidades da Polícia Civil, possui mais delegacias de mulheres que muitos países da América Latina.

Juntamente com o chefe da Polícia Civil, Cylton Brandão, Piola participou, nesta sexta-feira (14), da entrega de 25 viaturas, 30 motocicletas e 30 notebooks para 31 Delegacias de Atendimento à Mulher de Minas. O investimento é fruto de uma parceria entre os governos estadual e federal - delegacias de outras seis cidades receberão outro lote de viaturas e equipamentos, dentro de 60 dias, pelo mesmo convênio.

Segundo a coordenadora de Política para Mulheres, o investimento feito na Polícia Civil de Minas Gerais visa fortalecer o trabalho das unidades, tendo em vista que a conscientização dos mineiros aumentou a demanda e tem recebido o devido retorno das autoridades policiais. "Não é que a violência contra a mulher aqui é maior, é que as mulheres estão cientes da necessidade de denunciar e encontram respaldo no trabalho da polícia", explicou.

Para o chefe da Polícia, as novas viaturas e equipamentos serão de fundamental importância para que as unidades especializadas ampliem o atendimento à população, aplicando de forma devida a Lei Maria da Penha. "Para fazer o serviço de investigação, os policiais precisam de estrutura. Nós estamos aguardando para julho a chegada de mais 182 viaturas, esse reforço específico para as delegacias de mulheres está sintonizado com a nossa meta de oferecer cada vez mais condições de trabalho aos nossos policiais", afirmou Cylton Brandão.

As viaturas serão encaminhadas às cidades de Araguari, Araxá, Barbacena, Betim, Caratinga, Contagem, Diamantina, Divinópolis, Formiga, Governador Valadares, Ibirité, Ipatinga, Itajubá, Janaúba, João Monlevade, Juiz de Fora, Montes Claros, Muriaé, Pará de Minas, Paracatu, Passos, Patos de Minas, Pirapora, Ribeirão das Neves, Santa Luzia, São Lourenço, São Sebastião do Paraíso, Sete Lagoas, Ubá, Uberaba e Uberlândia.
                                                                                                                                 Divulgação PCMG  
Deputada Estadual Liza Prado, chefe da Polícia Civil Cylton Brandão,
coordenadora Especial de Políticas para Mulheres Eliana Piola; viaturas novas

 
Assessoria de Comunicação – PCMG
(31) 3915-7182 - (31) 3915-7192
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Texto: Wilson Santos, Telma Gomes e Juliana Corrê
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segunda-feira, 17 de junho de 2013

Notícias da GREVE


Na manhã desta segunda-feira até ás 18:00 a Comissão de trabalho que avalia o substitutivo numero 1 ao projeto de lei orgânica conforme acordo no último dia 7 de junho se reuniu mais uma vez para a conclusão dessa meta. Após um dia inteiro de análises os dirigentes, praticamente concluíram todo o texto que já se encontra em fase de encaminhamento para relatoria. Neste dia de trabalho vários pontos convergentes chegaram ao necessário consenso e grande parte das reivindicações de todos os cargos estão sendo acolhidas, principalmente a adequação e reestruturação do quadro de efetivo.
Os Dirigentes já fizeram contato com a Presidência da ALMG e possivelmente até sexta-feira o texto deve ser entregue, momento também em que será publicizado para toda categoria analisar e opinar. Enquanto isso no tocante ao SINDPOL/MG continua intensificada a campanha de valorização e modernização em todo estado, com a finalidade de criarmos uma ambiência propicia para que estas medidas possam angariar o apoio popular de toda a sociedade e por conseguinte a aprovação na ALMG e também a consequente sansão do Governo, pois a lei orgânica com a nova redação dada com o apoio das entidades melhora a PCMG para todos e por sua vez também melhora a segurança pública para toda a sociedade. O Presidente do SINDPOL esclarece que também está mantida até a segunda ordem da categoria a greve geral da corporação, que já se encontra com um nível de adesão elevado em todo estado, é esta ambiência que condiciona à flexibilização do Governo no atendimento as reivindicações da categoria. O Presidente do SINDPOL/MG também atenta que no próximo dia 25 terça-feira haverá AGE da categoria e todos os Policiais e Servidores terão em mãos o texto já alterado para que livremente possam opinar sobre os rumos do movimento. É a atuação sindical sendo feita de forma transparente verdadeira e republicana, pois o Governo  precisa compreender a necessidade de mudanças de padrões, modelos e paradigmas para melhora dos índices de criminalidade e violência no estado. Da parte da categoria  está sempre dando a sua contribuição.

"Turista, em MG você não está seguro", alertam policiais civis com cartazes em inglês e espanhol

17/06/2013 13:28 - Atualizado em 17/06/2013 13:28


Ana Clara Otoni (*) - Hoje em Dia


Carlos Rhienck/Hoje em Dia
Policiais civis fazem protesto em outros idiomas na Praça Sete
Em greve, policiais civis fazem protesto com faixas em outros idiomas na Praça Sete

Para chamar a atenção dos turistas que estão em Belo Horizonte para o jogo entre Taiti e Nigéria nesta segunda-feira (17), policiais civis preparam faixas em diferentes idiomas e expuseram o material na Praça Sete, no hipercentro.
Em uma delas pode-se ler em inglês: "Tourist, in Minas Gerais State we cannot ensure your safety! The police is scrapped!", que na tradução livre quer dizer: "Turista, em Minas Gerais nós não podemos garantir a sua segurança. A polícia está sucateada".

Cartaz em inglês alerta: "Querido turista, no Estado de Minas Gerais você não está seguro!!!"
Em outra faixa, os manifestantes chamam a atenção dos turistas que falam espanhol: "Turista. En Minas Gerais usted no está seguro!!!", que em português significa: "Turista, em Minas Gerais você não está seguro.

Em espanhol, cartaz da Polícia Civil alertam em espanhol: "Turista, em MG você não está seguro"
 
A manifestação que ocorre na Praça Sete nesta segunda-feira também reúne trabalhadores do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG).
Segundo Beatriz Cerqueira, do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG), representante dos professores, o movimento é contra os governantes corruptos e contra a retirada de direitos da população.
"Ninguém é dono dos recentes atos de rua, o movimento é de todos, mas a unificação aglutina forças no momento que o nosso estado é vitrine com a Copa das Confederações. Não teremos outra oportunidade como essa!", cita o texto do evento.
Reivindicações
A principal reclamação dos policiais civis é referente à Lei Orgânica proposta pelo governo. Segundo o Sindicato dos Servidores da Polícia Civil de Minas Gerais (Sindpol), a lei é insuficiente.
Os policiais civis exigem que o projeto seja trocado pelo substitutivo feito em 2011 pelas entidades de classe.  A categoria ainda afirma que quem fez a Lei Orgânica não entende o dia a dia dos policiais civis, uma vez que a mesma tira direitos, como a promoção a nível especial e única proposta de aumento de cargos para delegados.
 
Os policiais também lutam contra o sucateamento e pedem a equiparação do salário da base a um terço do salário de delegado geral grau B, a reestruturação das carreiras administrativas, concurso público para nomeação de mais investigadores e melhores condições de trabalho.
 
(*) Com Tabata Martins e Thaís Mota

EM BH, FEITIÇO VIROU CONTRA AÉCIO

Publicado em 17/06/2013

EM BH, FEITIÇOVIROU CONTRA AÉCIO

O xoque de jestão sucateou a Polícia ?

Foto: Reprodução/ Facebook Bruno Rabelo


Do amigo navegante Walter:

POLÍCIA CIVIL SE JUNTA A MANIFESTANTES EM BH E ALERTA TURISTAS SOBRE FALTA DE SEGURANÇA



Cerca de 12 mil manifestantes se reuniram, no início da tarde desta segunda-feira (17), na praça Sete, região Central de Belo Horizonte, e protestam contra o preço das passagens de ônibus, os gastos com as Copas do Mundo e a repressão. 

Membros da Polícia Civil de Minas Gerais se juntaram ao grupo, com mensagens surpreendentes escritas em diferentes idiomas.

“Tourist, in Minas Gerais State we cannot ensure your safety! The police is scrapped!”, que na tradução livre significa: “Turista, em Minas Gerais nós não podemos garantir a sua segurança. A polícia está sucateada” e  ”Turista. En Minas Gerais usted no está seguro!!!”, em português, “Turista, em Minas Gerais você não está seguro!!!” são frases usadas pelos policiais.

Acesso a imagens das câmeras da prefeitura de BH é interrompido e manifestantes denunciam censura

Empresa de trânsito da capital mineira afirma que ocorre sobrecarga no sistema

    Enzo Menezes, do R7 MG
protesto que une 12 mil pessoas em Belo Horizonte na tarde desta segunda-feira (17) tomou as principais ruas do centro da capital mineira, a partir da Praça Sete e da avenida Afonso Pena. Coincidência ou não, quem tentou acessar pela internet as câmeras da BHTrans disponíveis no trecho ficou no escuro.
As câmeras ficam disponíveis 24 horas por dia pelo site da autarquia que coordena o trânsito na capital mineira.
Polícia faz barreira no entorno do Mineirão para "segurar" manifestantes

Internautas criticam em redes sociais o "apagão" do serviço de câmeras online, como aconteceu no entorno do Maracanã, no Rio de Janeiro na tarde de domingo (16). Desde às 15h, nenhuma das câmeras instaladas no centro, em pontos em que os manifestantes atravessam, estão disponíveis.

Pelo Twitter, Ana Paula Maia é uma das que denuncia o serviço fora de área e o associa à passagem do protesto.
— As câmeras da BHTrans, que monitoram o tráfego nas ruas da cidade, foram "coincidentemente" desligadas no percurso da manifestação.

Victor Siller reclama:
— Dizem que as câmeras foram cortadas. Cuidado, manifestantes, a polícia pode agir a qualquer momento!

Procurada pela reportagem, a BHTrans negou ter derrubado o sinal das câmeras e afirmou que o serviço passa por uma suposta "sobrecarga de acessos", já que o protesto mobilizou internautas que querem acompanhar o deslocamento da manifestação".

Sindicato recorre contra veto a manifestações


Protestos
Protestos só pararam com a promessa de uma reunião com o governo do DF
PUBLICADO EM 15/06/13 - 03h00
O Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE) e o Sindicato dos Servidores da Polícia Civil (Sindpol-MG) recorreram, ontem, da decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais que proibiu qualquer manifestação dos servidores durante a Copa das Confederações, no entorno do estádio Mineirão ou em qualquer outro logradouro do Estado. Os professores e os policiais, em greve, disseram que irão manter seus protestos sob o risco de ser multados em R$ 500 mil, por dia, como prevê a liminar do TJ.

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A presidente do Sind-UTE, Beatriz Cerqueira, classificou a liminar concedida ao Estado de autoritária. “O governo poderia ter nos chamado para negociação, evitando a greve. O tribunal nem sequer tentou mediar um acordo entre o sindicato e o Estado. Se a justificativa do desembargador é a preocupação com a Copa das Confederações, não há motivos de a proibição se estender a todo o Estado”, criticou. Segundo Beatriz, a manifestação na próxima segunda-feira, na igreja São Francisco, na Pampulha, que já estava programada, será mantida.

Os policiais irão manter a panfletagem que realiza no centro da cidade. “Vamos mostrar para os estrangeiros que eles não estão seguros”, disse o presidente do Sindpol, Denílson Martins. A reação do funcionalismo ganhou o apoio do bloco oposicionista Minas Sem Censura, na Assembleia Legislativa. Segundo Sávio Souza Cruz (PMDB), parte dos deputados da bancada irá comparecer aos protestos. “Minas Gerais quer judicializar os conflitos e mostrar ao Brasil um Estado de fantasias”, disse o peemedebista.

sábado, 15 de junho de 2013

Notícias

A medida liminar concedida pelo Desembargador Carlos Augusto de Barros Levenhage, não só atenta contra o direito constitucional garantido também pela ONU e demais organismos internacionais, como também cria um estado de ruptura institucional com o estado democrático de direito, é um precedente perigoso e negativo ao passo que desde 1988, com a abertura política e promulgação da Constituição Federal cidadã, jamais o direito de manifestação foi censurado ou proibido.


É lamentavelmente que um magistrado se dê a esse serviço, rompendo o pacto constitucional, para atender a um capricho do governo, que não quer que a realidade do fracasso das políticas de sua gestão seja revelada em momentos, em que todos os holofotes do País e do mundo, estão focados no estado, em virtude dos jogos da Copa.

Ao contrário do que se propunha, a ação do governo não conseguiu barrar a força das manifestações dos sindicalistas da base da Polícia Civil e da educação, e que o governo conseguiu foi indignar todos os demais sindicalistas do Estado que agora, diante da ameaça de repressão e multa, estão redobrando suas convocações por manifestações durante todos os eventos esportivos em todo o Estado.

O governo e o desembargador correm o risco de serem desmoralizados e se instalar uma verdadeira anonímia, pois a exagerada multa ameaçadora de 500 Mil Reais por dia, corre o risco de virar gozação.

Ninguém respeita o absurdo, é como se diz o ditado popular: “a diferença entre o veneno e o remedido é a dose”. Minas Gerais, de tradição contestadora, revolucionária e libertária desde 1789, terra da inconfidência mineira de ícones como Tiradentes, Teófilo Otoni e outros, pode se tornar palco, das maiores manifestações públicas da história desse País, tudo isso em razão da intolerância, arrogância e irresponsabilidade política do governo, de setores do judiciário mineiro, que ao invés, de dialogar em busca de solucionar problemas administrativos e sociais, insistem em protelar, ignorar e reprimir jogando o lixo para debaixo do tapete, e muito mais cedo do que se espera esse barril de pólvora, tão grande quanto às dimensões constitucionais desse Estado, vai explodir e se instalar o caos.

É exatamente isso, que os sindicalistas que querem evitar, manifestando e reivindicando do governo.

Assim desde a publicação do acórdão surreal do desembargador Barros Levenhage, centenas de manifestações de solidariedade ao SINDPOL/MG e ao SINDUTE, bem como a causa da segurança e da educação, estão sendo enviadas juntamente com a confirmação do compromisso: “já que o SINDPOL/MG e o SINDUTE estão proibidos, agora somos-nós que vamos para a rua manifestar”.

Essas manifestações de apoio vem desde centrais sindicais a grupos e seguimentos sociais, insatisfeitos com a postura dos governos e de seguimentos do poder judiciário que parecem viver em outra atmosfera, não atingidos pelos problemas sociais que tanto incomodam a sociedade, como crime, a onda de violência, as drogas, a falta de estrutura e sucateamento da segurança, da educação, da saúde pública, a inflação, que corroí os salários dos trabalhadores e os aumentos astronômicos de passagens, alimentos, das tarifas energia elétrica, de água etc.

Em fim, essas manifestações ficam cada vez mais fortes demonstrando de que ninguém consegue parar a força dos ventos das mudanças, ninguém!

Veja matéria jornalísticas e a cobertura da imprensa.

Sindicato recorre contra veto de mobilizações.

Sindicato dos Servidores da Polícia Civil Estado de Minas Gerais (Sindpol/MG) informaram que as manifestações previstas para os próximos dias estão mantidas

NOTICIAS DA GREVE

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Policiais Civis de Teófilo Otoni reclamam das condições da delegacia do município

Policiais Civis de Teófilo Otoni reclamam das condições da delegacia do município

Apesar de liminar, sindicatos decidem manter manifestações previstas em BH


Cristina Barroca e Thaís Mota - Hoje em Dia

Lucas Prates/Hoje em Dia
Coletiva_manifestações_Sindute_Lucas Prates_Hoje em Dia
Em coletiva de imprensa, as entidades sindicais informaram que vão manter os protestos
Após reunião junto aos deputados de oposição, representantes do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) e o Sindicato dos Servidores da Polícia Civil Estado de Minas Gerais (Sindpol/MG) informaram que as manifestações previstas para os próximos dias estão mantidas. Além disso, as entidades vão recorrer da liminar da Justiça que proibiu protestos em todo o Estado durante a Copa das Confederações.

A presidente do Sind-UTE e da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Beatriz Cerqueira, afirmou que a greve poderia ser evitada caso o governo tentasse negociar com os educadores e ainda questionou que haja uma preocupação com o evento da Copa das Confederações, uma vez que a proibição não é apenas para Belo Horizonte, onde haverá jogos, mas também em todo o território mineiro. Além disso, Cerqueira garantiu que vai denunciar o governador Antonio Anastasia por crime contra a organização do trabalho junto ao Ministério Público do Trabalho (MPT).

Já o representante do Sindpol, Denilson Martins, afirmou que o ato de manifestar é tão essencial quanto respirar e que o governo não pode impedir a greve dos trabalhadores. "A adesão da categoria, que até agora era de 70%, passará a 100% depois dessa decisão do governo", garantiu.

Os servidores da Polícia Civil já fizeram cartazes em inglês e espanhol para que os turistas que estiverem em Belo Horizonte durante a Copa das Confederações possam entender as reivindicações da categoria. "Nós vamos mostrar para os turistas que estão em Minas Gerais que tipo de tratamento o governo do Estado dá para a segurança pública."

Os parlamentares presentes na reunião também criticaram a liminar da Justiça. Segundo o deputado Sávio Souza Cruz  (PMDB), o governo está tentando equiparar as manifestações populares a atos de terrorismo. Além disso, o parlamentar não é favorável ao valor da multa imposta às entidades que descumprirem a decisão. "R$ 500 mil equivale ao salário diário de 11 mil professores" comparou.

A previsão é de que as manifestações de professores e policiais civis sejam unificadas. Além disso, as categorias ganharam apoio também do Sindicato Único dos Trabalhadores da Saúde de Minas Gerais (Sind-Saúde/MG) e Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Estadual de Minas Gerais (Sindifisco-MG), que devem reforçar os protestos na capital mineira.
No calendário do Sind-UTE, o próximo protesto está marcado para acontecer na segunda-feira (17), a partir das 13 horas, com concentração em frente à Igreja de São Francisco, na Pampulha. Outras manifestações estão previstas também para os dias 18, 22, 26 e 27 de junho.
Segundo Beatriz Cerqueira, os servidores não precisam se preocupar porque as sanções previstas na decisão judicial são válidas apenas para os sindicatos. A medida prevê que, em caso de descumprimento da determinação, as entidades estarão sujeitar à multa diária de R$ 500 mil.
"Censura prévia"

As manifestações sindicais contaram com o apoio dos deputados estaduais Rogério Correia (PT), Sávio Souza Cruz (PMDB), Ulysses Gomes (PT) e da deputada federal Margadida Salomão (PT), que estiveram presente durante a coletiva de imprensa que aconteceu na tarde desta sexta-feira (14).

A determinação da Justiça quanto à multa diária de R$ 500 mil para quem descumprir a liminar que proíbe as manifestações em terrítório estadual foi tratada como uma "censura prévia".

Margarida afirmou ser um absurdo a criminalização da livre expressão e o direito de reinvidicação das organizações sindicais. Segundo a deputada, a medida é um atraso. "A multa preventiva é uma censura. É um retrocesso inadmissível para nós que lutamos pelo livre direito à manifestação".

Já o deputado Rogério Correia lembrou da época da anistia, enquanto Sávio Souza Cruz advertiu que "naquela época podia", falando das manifestações. "O cerco era menor", completou o deputado do PMDB. E Correia concordou afirmando ser "tempos mais amenos".

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Funcionários públicos terão ponto facultativo em jogo da Copa das Confederações

Os trabalhos nos órgãos públicos serão até às 12h, devido ao jogo entre Nigéria e Taiti

Publicação: 13/06/2013 


Funcionários Públicos de Belo Horizonte terão pontos facultativos na segunda-feira, dia do jogo entre Nigéria e Taiti pela Copa das Confederações. A partida será realizada às 16h no Estádio Mineirão. Um decreto do prefeito Marcio Lacerda (PSB) com a determinação foi publicado nesta quinta-feira do Diário Oficial do Município (DOM). 

De acordo com o decreto, os órgãos públicos cujos serviços são considerados essenciais funcionarão normalmente, incluindo o plantão na Coordenadoria Municipal de Defesa Civil (Comdec) e no Grupo de Área de Risco (Gear). Em relação aos postos e hospitais, a Secretaria Municipal de Saúde regulamentará, por intermédio de Portaria, o funcionamento dos serviços. Ainda conforme o texto, no caso dos demais serviços indispensáveis à população, fica facultado aos Secretários Municipais e dirigentes das entidades descentralizadas a regulamentação do funcionamento especial dos mesmos. A Central de Atendimento Presencial do Sistema de Atendimento Integrado ao Cidadão - BH Resolve não vai funcionar após o horário. O ponto facultativo vai valer apenas para este primeiro jogo. Nas outras partidas, o horário de trabalho ainda não foi definido. 

Na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) uma portaria foi publicada nessa quarta-feira. Os trabalhos vão até as 12h. Durante a noite, haverá uma reunião especial para homenagear o Colégio Loyola pelos 70 anos de sua fundação. 

No Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) o expediente forense será suspenso às 12h nas comarcas da Região Metropolitana de Belo Horizonte, que englobam, além da capital mineira, Betim, Brumadinho, Caeté, Contagem, Esmeraldas, Ibirité, Igarapé, Itaguara, Jabuticatubas, Lagoa Santa, Mateus Leme, Matozinhos, Nova Lima, Pedro Leopoldo, Ribeirão das Neves, Sabará, Santa Luzia e Vespasiano. Os prazos processuais que vencem neste dia ficam prorrogados para o primeiro dia útil subsequente. 

A Câmara de Vereadores de Belo Horizonte ainda não definiu se haverá ponto facultativo na segunda-feira.

Dupla é presa com drogas escondidas em potes de arroz no Sul de Minas

Os criminosos estavam sendo monitorados há dois meses pela Polícia Civil

Publicação: 13/06/2013

Dinheiro, maconha e cocaína foram apreendidos (Polícia Civil/Divulgação)
Dinheiro, maconha e cocaína foram apreendidos
Denúncias anônimas de moradores de Caldas, na Região Sul de Minas, levaram a prisão de dois homens que faziam o tráfico de drogas na cidade. Uma operação foi montada por policiais civis de Poços de Caldas que conseguiram cumprir um mandado de busca e apreensão na casa de um dos criminosos nesta quinta-feira. No imóvel foram encontradas drogas escondidas em um guarda-roupa e em latas com arroz. 

O alvo da polícia era Antônio Carlos Garcia, apontado como o líder do tráfico de drogas na cidade que estava sendo monitorado há dois meses. Os investigadores receberam a informação de que ele receberia uma carga de entorpecentes nesta quinta-feira e pediram um mandado de busca e apreensão na Justiça. 

Quando os policiais entraram no imóvel, encontraram com um comparsa do homem, identificado como Arnaldo Albuquerque Cavalcante Junior. “O Carlos era o responsável pelo tráfico e Arnaldo o ajudava a preparar e a vender as drogas na cidade”, explica o investigador Jener de Souza Reis. 

Os dois não reagiram a prisão e apontaram os locais onde estariam as drogas. Em um guarda-roupa, foi encontrado um tablete de um quilo de maconha. Algumas porções de cocaína estava escondidas dentro de dois potes com arroz. Também foram apreendidas duas facas, usadas na preparação da droga, tesoura, R$ 2.913 em dinheiro e um cheque no valor de R$ 350.

Os criminosos foram encaminhados para a delegacia onde foram autuados em flagrante por tráfico de drogas. Para a polícia, as prisões foram importantes para o município. "Vai dar uma grande tranquilidade na cidade agora, pois a movimentação de drogas deles  era grande", diz Reis. 

Dupla é presa em flagrante por roubo e receptação de veículos na Grande BH

Suspeitos roubaram uma Saveiro, em Betim, e foram presos em flagrante com as peças do veículo. Um deles cumpria pena em regime semiaberto pelo mesmo crime

Publicação: 13/06/2013 17:28 Atualização: 13/06/2013 17:53

A Polícia Civil apresentou, na tarde desta quinta-feira, dois suspeitos de roubo e receptação de peças de veículos em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Vagner Dias Amorim, de 23 anos, e Jhone Andre Avelar, 28, foram presos em flagrante montando um veículo com peças roubadas.

Segundo o Delegado Tito Barichello, da 3ª Delegacia de Betim, que comandou a investigação, um carro foi levado pela dupla no Bairro Betim Industrial, em 6 de junho. Uma Saveiro prata estacionou atrás de outra Saveiro semelhante, onde estavam duas pessoas. Os criminosos se aproximaram do veículo e renderam as duas vítimas à mão armada dizendo “saiam correndo e não olhem para trás”.

As vítimas, que tiveram os dados preservados, contribuíram com as investigações ajudando na identificação dos autores por meio de fotografias e retratos falados. O veículo foi encontrado em São Joaquim de Bicas, muito depredado, com quase todas as peças móveis removidas. No dia 10, os criminosos foram localizados dentro de uma residência, na mesma região, montando o carro similar com as peças roubadas.

Ainda segundo Tito, Vagner já havia sido preso em flagrante por roubo e cumpria pena em regime semiaberto. Os dois foram encaminhados para o Centro de Remanejamento de Presos (
Ceresp) de Betim, na Grande BH.

Em greve, policiais civis revelam imagens para denunciar precariedade


Ana Clara Otoni - Hoje em Dia

Divulgação
Em greve, policiais civis revelam imagens para denunciar precariedade DHPP
Paredes do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa apresentam rachaduras

Com elevadores estragados há dois anos, poucos e ultrapassados equipamentos de informática, “gambiarras” na instalação do ar-condicionado e rachaduras no teto, policiais civis denunciam a precariedade do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (D.H.P.P.), no bairro São Cristóvão, na região Noroeste da capital.

Hoje em Dia  teve acesso a imagens feitas nesta quinta-feira (13), quarto dia de greve da categoria. As fotografias denunciam as condições as quais os policiais civis são submetidos a trabalhar, o que impediria que o trabalho de investigação de assassinatos e outros crimes contra a vida seja feita de forma eficiente.

Um policial civil, temendo represálias, pediu para não ser identificado, mas contou um pouco da saga do dia a dia no departamento. “Temos um espaço mínimo na inspetoria onde atuo com outros 25 policiais. Só temos seis computadores e, mesmo assim, só quatro funcionam”, contou.
Os elevadores parados há cerca de dois anos exigem que testemunhas e vítimas de crimes, além dos profissionais, sejam obrigados a usar as escadas para trafegar pelos cinco andares do prédio. “Já vi gente descendo de muleta e pessoas baleadas na perna, com dificuldades para andar, terem que usar a escada devido à falta do elevador”, relembra o policial.
Procurada pela reportagem, a Polícia Civil de Minas Gerais informou que uma reforma do prédio do D.H.P.P está prevista para ser iniciada ainda neste ano. A recuperação do imóvel, segundo a assessoria, deve ocorrer em duas etapas e custar R$ 5, 5 milhões.
Além disso, o mobiliário do departamento será integralmente renovado, conforme a Polícia Civil. De acordo com a assessoria, o prédio do D.H.P.P é preservado pelo patrimônio histórico do Estado e, por isso, a recuperação exigirá atenção e cuidados ainda maiores.
Em relação às viaturas da corporação, a assessoria informou que o departamento deve ser um dos contemplados pela nova frota de veículos da Polícia Civil. A entrega dos 182 automóveis deve ser feita em julho.
Apuração em risco

Os relatórios de inquéritos e investigações realizados no D.H.P.P. correm o risco de serem perdidos ou extraviados devido aos equipamentos obsoletos do departamento, denuncia o policial civil. “Tudo o que eu faço preciso salvar no meu pen-drive pessoal, deixar salvo aqui é um risco. Os computadores são lentos e quase não têm memória”, conta.
Segundo ele, algumas vezes quando há um colega de trabalho fazendo um trabalho externo e pede auxílio para pesquisa de algum dado a demora prejudica a ação policial. “Às vezes o colega precisa que a gente cheque um endereço, um nome, a placa de um carro, mas com a lentidão dos computadores fica difícil dar esse retorno imediato, o que acaba prejudicando a ação”, diz.
Veja as imagens:

Em greve, policiais civis revelam imagens para denunciar precariedadeBuraco em uma das instalações do departamento, no bairro São Cristóvão (Foto: Divulgação)
Em greve, policiais civis revelam imagens para denunciar precariedade
Instalação de ar-condicionado em uma das salas do D.H.P.P (Foto: Divulgação)
Em greve, policiais civis revelam imagens para denunciar precariedade
Flagrante feito em maio, mostra que parachoque de carro da Polícia Civil precisou ser amarrado com arame em farol para não cair (Divulgação

Apesar de declarações do governo, greve da PC tem 70% de adesão

Notícias


Em greve desde o dia 10, os policiais reivindicam alterações no projeto de Lei Orgânica da categoria, de autoria do governo do Estado, em tramitação na Assembleia 


"A adesão à greve dos Policiais Civis em Minas Gerais tem crescido e atualmente conta com a participação de 70% da categoria". Essa afirmação é do presidente do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil Estado de Minas Gerais (Sindpol/MG), Denílson Martins, que afirmou serem falsas as declarações dadas pela chefia da Polícia Civil à imprensa.
 
Em notas divulgadas na última terça (11) e quarta-feira (12), o órgão informou que as atividades estão transcorrendo normalmente nas delegacias de todo o Estado. Ainda conforme a PC, em nenhuma das unidades foi registrada qualquer interrupção ao atendimento público e destacou prisões e apresentaçõesefetuadas pela corporação nestas datas.
 
“As paralisações pontuais de policiais, realizadas com propósito exclusivamente político, não estão comprometendo as atividades da Polícia Civil. Os serviços estão acontecendo normalmente, sem qualquer prejuízo para a população”, afirmou o chefe da corporação, Cylton Brandão.
 
Entretanto, o Presidente do SINDPOL/MG Denílson Martins afirmou que a categoria está mobilizada e a adesão aumenta a cada fala desencontrada da cúpula da Polícia Civil e do governo. "Ao contrário do que tenta divulgar o chefe de polícia, a categoria está se sentindo traída pelo governo e está participando ativamente do movimento. Em Belo Horizonte, por causa da proximidade com a cúpula da administração superior, a adesão é mais mascarada e encoberta, mas também é grande", garante. 
 
Além disso, Denílson Martins fez questão de afirmar que a greve da categoria não é por melhorias salariais, mas sim por uma reestruturação na Polícia Civil. "Greve por salário nós já fizemos em 2011. O que ficou faltando é a Lei Orgânica que o governo ficou dois anos negociando com a categoria e depois apresentou aos deputados um projeto completamente distorcido", apontou.
 
Reivindicações
 
Em greve desde o dia 10 de junho, os Policiais Civis exigem mudanças no projeto de Lei Orgânica da categoria enviado à Assembleia Legislativa de Minas Gerais pelo governo do Estado. Segundo Denílson Martins, o projeto que deveria tratar do plano de carreira da categoria, na verdade, retira direitos adquiridos pelos trabalhadores ao longo dos anos. 
 
Ainda conforme o Presidente do SINDPOL/MG, uma reunião entre representantes das entidades de classe, lideranças do governo e o deputado relator do projeto, Gustavo Corrêa (DEM), marcada para esta quinta-feira (13) pode colocar fim à greve da categoria. "Se o governo demonstrar interesse em rever o substitutivo com os trabalhadores e montar um calendário de atendimento às reivindicações e tramitação do projeto na Assembleia, o movimento pode acabar", garantiu.
 
A próxima Assembleia Geral da categoria para discutir a proposta apresentada pelo governo nesta reunião na ALMG está marcada para o dia 25 de junho. Até esta data, o movimento deve se manter e coincidirá com os jogos da Copa das Confederações que acontecerão em Belo Horizonte. "Vamos aproveitar este momento pra passar uma mensagem forte para a população e para os turistas que aqui vierem. Vamos denunciar a situação de insegurança pública em que se encontra o Estado", completou.
 
Denúncias
 
Além da revisão do texto substitutivo à Lei Orgânica, os servidores cobram melhores condições de trabalho e denunciam a atual situação da Polícia Civil em Minas Gerais. De acordo com o Presidente do SINDPOL/MG, faltam viaturas e, até mesmo papel e tinta em algumas delegacias, o que impede que sejam impressos as ocorrências de crimes. 
 
"Há uma incompetência geral na administração dos recursos arrecadados pela Polícia Civil e o chefe da corporação não leva a real situação para o governador do Estado", explicou Denílson Martins. Segundo ele, o órgão arrecada aproximadamente R$ 3 bilhões com emissões de documentos e com as taxas e impostos pagos aos Departamentos de Trânsito (Detran) e o custo para manter as delegacias e o efetivo policial é de apenas R$ 900 milhões. "A polícia tem que ser tratada com uma grande empresa pública e é preciso pessoas capacitadas para gerir tudo isso", afirmou.
 
Ainda conforme o sindicalista, os delegados contratados pela polícia precisam apenas de uma formação em Direito, mas não são qualificados em gestão de pessoas e orçamento público. Segundo Denílson, isso prejudica a administração dos recursos destinados às delegacias. "A ausência de conhecimento é que leva a instituição para o local onde ela está atualmente", denuncia.
 
Além disso, a categoria reivindica do governo do Estado, o mesmo tratamento dispensado aos policiais militares e rechaça a atuação da PM em investigações de crimes, atribuição exclusiva da Polícia Civil. "Por isso, advogados conseguem habeas corpus e a nulidade de documentos com tanta facilidade. E, é por isso também, que há tantos bandidos que são soltos. São prisões sem inquéritos, interceptações telefônicas não autorizadas realizadas pela PM e etc".

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Polícia Civil de Uberlândia adere à greve estadual

Segundo o sindicato, 30% dos serviços serão oferecidos à população. 
Promoção automática a cada cinco anos está entre as reivindicações.

Renata DirrahDo G1 Triângulo Mineiro

Inspetor de Polícia Civil de Uberlândia Cezarino Ituassu (Foto: Caroline Aleixo/G1)Inspetor de Polícia Civil de Uberlândia Cezarino
Ituassu (Foto: Caroline Aleixo/G1)
Cerca de 80% dos policiais civis deUberlândia aderiram à greve estadual que começou nesta segunda-feira (10). De acordo com o diretor do Sindicado dos Policiais Civis do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, Cezarino Ituassu, apenas 30% dos serviços serão oferecidos durante a paralisação. Dentre as reivindicações está a promoção automática de cargo a cada cinco anos. Nesta quinta-feira (13) será feita uma assembleia na praça da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) com policiais civis de todo o estado.
Em nota a Polícia Civil de Minas Gerais informou que nesta terça-feira (11) o trabalho transcorreu dentro da normalidade em 60 das 71 Delegacias Regionais do Estado. Nas outras 11, ou seja 15,5% do total, houve pequenas paralisações esporádicas que não prejudicaram o atendimento ao público.
Segundo Cezarino, mesmo com a paralisação alguns serviços serão oferecidos.“Na cidade 80% dos policiais, investigadores, escrivães, peritos aderiram ao momvimento e 99% dos delegados também. Seguindo à lei, 30% dos serviços serão oferecidos, sendo que os exames de habilitação que foram marcados para essa semana serão realizados, mas a partir da próxima segunda-feira (17) serão somente os 30%, disse.

Ainda de acordo com Cezarino, a categoria exige mudanças no texto da nova Lei Orgânica de autoria do Estado em tramitação na ALMG. “Buscamos salários equiparados a um terço do que um delegado ganha hoje, abertura de vagas para o serviço público e a promoção automática a cada cinco anos sem depender de indicação política ou de delegado”, concluiu

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